Negligenciar a Leishmaniose pode matar essa relação.

Fechar os olhos para uma doença que pode ser fatal para cães e seres humanos não evita o problema.

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Brasil livre da Leishmaniose em 3, 2, 1

3Explique sobre a Leishmaniose ao seu cliente.

A Leishmaniose é uma zoonose causada por protozoário do gênero Leishmania. Tem distribuição ampla e crescente em todas as regiões do Brasil. A transmissão é feita principalmente pela picada de flebotomíneos infectados do gênero Lutzomyia que albergam o parasita em seu trato digestivo. O ciclo da enfermidade se perpetua quando o vetor, ao picar um animal doente, adquire o protozoário. Este se desenvolve e completa seu ciclo, tornando-se infectante. Ao se alimentar picando um animal ou ser humano, o vetor transmite o parasita. Outras formas de transmissão são: transmissão congênita, coito e transfusão sanguínea. A doença não tem sinais patognomônicos. Animais podem se apresentar assintomáticos ou sintomáticos e as manifestações clínicas podem aparecer aleatoriamente, além de variarem em cada animal e estágio da doença.

Os sinais clínicos podem ser: alopecia periocular bilateral, anorexia, emagrecimento progressivo, caquexia, feridas de difícil cicatrização, alterações comportamentais, anemia, onicogrifose (crescimento exagerado das unhas) e linfadenomegalia.

2Realize o teste para diagnóstico da Leishmaniose.

O diagnóstico clínico da Leishmaniose não é um método preciso, visto que não existem sinais patognomônicos. Sendo assim, exames laboratoriais de rotina, de triagem e confirmatórios são necessários em casos de suspeita da doença, principalmente em áreas endêmicas. Atualmente, testes sorológicos rápidos, realizados na própria clínica, são interessantes. Casos positivos devem ser melhor investigados por meio de exames laboratoriais, como Ensaio Imunoenzimático (teste ELISA) e RIFI (Reação de Imunofluorescência Indireta). O PCR Real Time também pode ser requerido nos casos inconclusivos.

1Sugira um método de auxílio à proteção da Leishmaniose.

O uso de coleiras impregnadas com inseticidas específicos para a eliminação do flebotomíneo já foi comprovado como o melhor método de controle e prevenção da Leishmaniose em cães. Animais não infectados devem ser encoleirados e vacinados para que a probabilidade de adquirirem a doença seja reduzida. Caso o cuidador opte por apenas um método de proteção, deve ser orientado ao encoleiramento, pois a vacina não impede que o animal seja picado. Cães infectados que estão em tratamento também devem ser encoleirados para que não transmitam a doença para outros animais e seres humanos.

A opção pelo tratamento da Leishmaniose deve considerar parâmetros ligados à condição clínica do paciente e a participação consciente do proprietário, incluindo os custos advindos.

Mapa Leevre no Brasil

Leevre, uma
aliada contra
a Leishmaniose.

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