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Mosquito-palhaFlebótomo transmissor da Leishmaniose

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1. O mosquito-palha, flebótomo transmissor da Leishmaniose no cão, também pica o ser humano?

A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, acomete tanto cães quanto seres humanos, e sua transmissão ocorre por meio das picadas do mosquito-palha, que tem como hospedeiros para se alimentar de sangue os cães e o homem.

2. Em quais locais o mosquito-palha se reproduz?

Os ovos do mosquito-palha são colocados em locais sombreados e úmidos e que tenham fonte de alimentação para as larvas que eclodirão. As larvas do mosquito-palha se alimentam de matéria orgânica, como lixo doméstico (restos de comida), frutos apodrecidos, folhas de árvores, vegetais em decomposição e fezes de animais.

Evitar a presença de matéria orgânica nos quintais e terrenos e podar as árvores e plantas para aumentar a incidência do sol são medidas que controlam a reprodução do mosquito-palha (bem como de outros mosquitos que possuem os mesmos hábitos reprodutivos) no ambiente.

3. Em que horários os pets e os humanos estão mais expostos às picadas do mosquito-palha?

O mosquito-palha sai de seu abrigo e apresenta maior atividade nos horários mais frescos do dia, como ao anoitecer e durante a noite. Em áreas endêmicas da Leishmaniose, passeios com os cães no final da tarde e à noite devem ser evitados.

4. Como o mosquito-palha se torna infectado com parasita causador da Leishmaniose?

Quando o mosquito-palha pica um cão ou um ser humano que possui a doença, ele irá adquirir a larva do parasita causador da Leishmaniose através do sangue desse hospedeiro infectado. Essa larva irá passar por transformações no intestino do mosquito e irá migrar para seu aparelho sugador, sendo transmitida para um novo hospedeiro quando o mosquito-palha se alimentar novamente. Esse novo hospedeiro poderá ser um cão ou um ser humano.

5. Como posso proteger meu animal de contrair a Leishmaniose Visceral, reduzindo as chances de que ele seja picado pelo mosquito-palha?

O uso de coleira parasiticida que contenha ativos indicados e cientificamente comprovados para repelir e matar o mosquito-palha é o método mais recomendado e eficaz para o controle das picadas e para reduzir bastante a transmissão da Leishmaniose para os cães. Além da coleira, a vacina também é importante, porém a vacina não evita que os mosquitos piquem ou que a doença seja transmitida: sua atuação é evitar que o animal desenvolva a doença.

No caso da impossibilidade de se realizar a vacinação e efetuar ao mesmo tempo o uso permanente da coleira, e que seja necessário optar por uma das medidas, o uso da coleira é a medida mais recomendada.

6. Somente o uso da coleira parasiticida é o suficiente para reduzir as chances do meu cão ser picado pelo mosquito-palha?

A coleira auxilia no controle da doença, sendo necessário associar o uso dela a métodos de controle ambiental contra o flebótomo, como usar telas em portas e janelas, retirar matéria orgânica do ambiente e evitar passeios noturnos, bem como à vacinação contra a doença para que se obtenha os níveis mais elevados de prevenção disponíveis atualmente.

7. A Leishmaniose Visceral tem cura? Ela pode matar meu cão ou alguém da minha família?

A Leishmaniose Visceral é uma doença de difícil tratamento e na qual a cura parasitológica (eliminação total do parasita causador da doença do organismo do hospedeiro) não é possível. O que é considerado como tratamento da Leishmaniose é a conquista e manutenção do estado saudável do animal infectado, bem como redução de seu estado como perpetuador da doença pela transmissão do parasita a mosquitos que venham a picá-lo, porém, ele continuará levando o parasita em seu organismo e poderá manifestar a doença em outras fases de sua vida.

Por afetar órgãos vitais, tanto dos cães quanto dos seres humanos, a Leishmaniose Visceral pode levar a óbito.

8. Sendo assim, como a Ourofino pode contribuir para a proteção do meu cão e da minha família contra a Leishmaniose?

A Ourofino tem em sua linha de produtos a Coleira Leevre, uma coleira ectoparasiticida que tem como ativos a Deltametrina e o Propoxur. Leevre é indicada para auxiliar no controle da Leismaniose, pois possui efeito inseticida e repelente contra o mosquito-palha. O período ideal de troca da coleira Leevre é a cada 6 meses.